Dito pelo próprio piloto (P. Peres):
“Na curva à direita antes do acidente, ao cortar a berma sofremos um furo e, só momentos depois é que me apercebi disso. Quando tentei inserir o carro para a curva, ele não respondeu e foi em frente. Nesse momento, só tive tempo de decidir onde íamos bater”,
“Com alguma destreza e sangue frio, acompanhadas de uma grande dose de sorte consegui evitar bater de frente, contra o carro da GNR, ou atropelar o agente que estava ao lado, bem como outro adepto, que estava ao seu lado”
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